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EVANGÉLICOS OU DISCÍPULOS!?

E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas. 2 CORÍNTIOS 5:17

De acordo com a ONG Transparência Internacional, o Brasil ocupou em 2015 a posição de número 76 (ao lado de Zâmbia e Índia) na percepção de corrupção no setor público, num ranking de 168 países considerados. Já a Dinamarca ficou em 1º lugar, como o país menos corrupto. De acordo ainda com pesquisa do Datafolha (2015), entre 14 instituições brasileiras no quesito confiança da população, a Igreja Católica ocupa a 3ª posição e a Universal do Reino de Deus fica em 11ª, melhor apenas do que a classe política brasileira que ocupa os últimos lugares. Nada sequer foi perguntado sobre as demais igrejas evangélicas... Se somos hoje 42 milhões de crentes, isto é, 22,2% da população brasileira (Censo do IBGE - 2010), num aumento vertiginoso nos últimos 25 anos, quando éramos 9% da população brasileira, não seria de se esperar que a presença tão significativa da igreja evangélica fizesse maior diferença e produzisse um impacto positivo, como sal e luz na nossa nação?

Eis que temos então um problema referente ao discipulado cristão no Brasil. Muitos hoje se apresentam como crentes, e há até os que se dizem mesmo novas criaturas, frequentando regularmente uma igreja evangélica, mas com testemunho contrastante com o ensinado nas Escrituras. Dizem ler a Bíblia, orar, estar em comunhão com Deus, mas tomam decisões e assumem condutas sobre relacionamentos, sexualidade, divórcio, finanças, negócios, lazer etc. em total desobediência à Palavra de Deus. George BARNA, analisando o resultado de pesquisas feitas nos EUA com a juventude evangélica, concluiu que A cada dia a igreja tem se tornado mais e mais como o mundo que ela supostamente busca mudar. Já o pastor coreano John H. H. OAK afirmou com precisão, que “Se os cristãos não podem ser sal neste mundo, então o Cristianismo é um blefe.” Será então, que na realidade contemporânea que vivemos, o Evangelho de Jesus não é mais o mesmo!? Não entrega mais o que prometia antigamente? Uma nova criatura, com um coração novo, amando e andando por um novo caminho que deixa para trás as coisas antigas? Contra essa conclusão John PIPER se levanta, contestando que se trata de uma difamação da preciosa realidade bíblica [do novo nascimento], dizer que os regenerados não têm maior vitória sobre o pecado do que os não regenerados. Segundo ele, quem vive assim, nunca nasceu de novo.

Diante deste grande desafio para a fé evangélica em nossos dias, temos que nos perguntar como Igreja, se estamos fazendo discípulos adequadamente. Que abordagem evangelística é essa que temos feito que promete levianamente o Céu, mesmo para o ouvinte sem consciência aguçada da gravidade do seu pecado, e, portanto, sem alertá-lo para a necessidade de um profundo e sincero arrependimento em fé e entrega de sua vida completa a Jesus, o Senhor? Porque temos nos satisfeito em somente e no máximo convidar as pessoas para irem à igreja ouvir nossos conjuntos musicais em suas cantatas belíssimas, mas não sentimos ser nosso dever pessoal fazer discípulos, acompanhando os primeiros passos dos convertidos, compartilhando cada um de nós a Palavra de Deus com nossos amigos e familiares? O pastor inglês Howard E. BUTT Jr. depois de observar o esvaziamento das igrejas inglesas num período de 50 anos e pressentindo que o mesmo está por acontecer na América, fez o seguinte alerta radical: Se eu fosse um ministro americano iria parar de me concentrar nas pessoas de fora da igreja. Eu gastaria todo o meu tempo procurando a conversão real e aprofundar a vida espiritual daqueles que são membros da igreja. Nessa mesma linha, o pastor batista reformado Marcos GRANCONATO, enxergando que o próprio meio evangélico é hoje um dos campos missionários mais vastos do nosso país, conclui que O problema básico da maioria dos neo-evangélicos não é falta de doutrina, mas sim a falta de novo nascimento, sendo dever do cristão genuíno apresentar-lhes o Evangelho da Cruz.

Sejamos Discípulos. E vamos fazer discípulos, irmãos! Discípulos de Jesus e não meros crentes evangélicos. Discípulos radicais, como disse John STOTT em seu último livro antes de morrer, há poucos anos. Discípulos seletivos escolhem o que agrada no Evangelho. Discípulos radicais obedecem porque amam o Mestre e têm com Ele uma Aliança radical: a vida toda entregue a quem deu sua vida por nós, para nos transformar em cidadãos do Céu, moradores do Reino de Deus.

Rev. Marco Baumgratz

NOSSO MATERIAL DIDÁTICO

CRIANÇAS

Para o segmento infantil da nossa igreja, utilizamos o material da OANSE, uma associação missionária, que trabalha com material adaptado a idade de cada criança, abordando temas básicos da fé cristã, da Criação até Cristo, de modo que as nossas crianças tenham sua fé firmada em Cristo Jesus, nosso Salvador. Como materiais complementares, utilizamos também o estudo dos 10 Mandamentos (de Paulo & Karis Anglada) e Crescimento e Discipulado, da Editora Cultura Cristã.



ADULTOS

Para esse segmento da nossa Igreja utilizamos a Série CURSO DE DISCIPULADO para grupos familiares, células e pequenos grupos da Editora Cultura Cristã da IPN. Nos seis volumes desta serie, são abordados temas básicos da vida cristã como a centralidade de Jesus em nossa fé, a nova vida, os meios de graça, a maturidade cristã, a santificação pessoal e o serviço cristão.